domingo, 9 de outubro de 2011

Coisas que voçe faz que podem te matar!


1 – Dormir demais
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Como diz outro ditado: “Quem cedo madruga Deus ajuda”. Parece que não só ajuda como também protege. Alguns estudos revelam que dormir mais de 7 horas por dia dobra a chance de uma pessoa morrer nos próximos 11 a 17 anos. (Quem será que teve a ideia de fazer essa pesquisa?)
Pior que dormir demais é dormir mal, pois isso pode causar: hipertensão, problemas cardíacos e até mesmo levar a uma morte súbita.
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2 – Tosse
Uma simples tosse se não tratada pode ter consequências horríveis. Uma pessoa com um ataque poderoso de tosse pode morrer sufocada. Há relatos de pessoas que tiveram problemas na coluna devido a tanto tossir. Então, tome seu xarope sem reclamar.
3 – Espremer espinhas
Todo mundo sabe que não é legal espremer espinhas, pois podem marcar sua cara e tudo mais. Além disso podem, em alguns casos, causar infecções, pois sua unha não é a coisa mais limpa para ficar esfregando em feridas.espinha
Porém, há algo muito pior que tudo isso e chama-se trombose venosa cerebral. Existem pequenas veias que vão do nariz ao cérebro, ou seja, se um dia você for espremer uma espinhas e acabar passando dos limites, sem querer, você pode acabar levando bactérias direto para dentro de sua cabeça!
4 – Espirro
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Espirros não são nada agradáveis e também são perigosos.
Um simples espirro pode romper seus tímpanos, deslocar sua coluna e mesmo desencadear um ataque cardíaco. A probabilidade de isso acontecer cresce muito se você é daqueles que prendem os espirros. É como tentar deter um bomba dentro de sua cabeça, não faça isso.
Falando em espirro esse vídeo é bem legal, mostra como ele acontece em slow motion:
5 – Cagada
Cuidado na hora mais critica da vida humana. Pois se você forçar mais do que deve as coisas podem ficar ruins para seu lado. Além de uma bela hemorróida você pode acabar tendo problemas de intestino graves. Por isso na hora do “vamos ver”, senta e relaxa, vai com calma que tudo fica bem.

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Como fazer um laser caseiro


Construa um super laser, com seu gravador de dvd quebrado, capaz de estourar até balões.
Mais atenção, o laser se direcionado á sua vista, pode danificar significativamente sua retina, ou seja tome muito cuidado, quando manusear seu lazer e nada de olhar diretamente para ele ou apontá-lo para a vista de outras pessoas.

Bem, é simples, você basicamente vai precisar de um gravador de DVD de velocidade 16X, uma pequena lanterna e/ou o circuito abaixo.



Esquema de um driver laser

Com esse circuito você evita queimar seu diodo laser.

Aparência de um diodo laser de Gravador de DVD





Achando em Um Gravador de DVD:


Estrutura de um diodo laser


Pinagem:

1 - Catodo do LD (Positivo) 
2 - Comum (Anodo do LD / Catodo do PD) (Negativo)
3 - Anodo do PD (Não Usado)

Aparência do Circuito Pronto:



Bom por enquanto é isso, se tiverem alguma dúvida comentem...
http://geekdevteam.blogspot.com/2011/06/super-laser-com-com-gravdor-de-dvd.html
fonte:

Como funciona um telefone sem fio



Um telefone sem fio é basicamente uma combinação de telefone convencional apenas adicionando a sua interface um sistema transmissor/receptor de rádio . Um telefone sem fio possui dois componentes principais: a base e o aparelho de mão, ou headset.



Base: é conectada à tomada de telefone por meio de uma conexão de fio telefônico normal. No que diz respeito ao sistema telefônico, ela se parece com um telefone normal. A base recebe a chamada (como um sinal elétrico, a partir de pulsos) através da linha telefônica, converte-a em um sinal de rádio FM e transmite este sinal.

Base de Um telefone Sem Fio, e carregador de bateria na direita.
Aparelho de Mão: recebe o sinal de rádio FM proveniente da base e o converte em um sinal elétrico que é enviado para o alto-falante, onde é convertido no som que você ouve. Quando você fala, o aparelho de mão transmite sua voz por meio de um segundo sinal de rádio FM que volta para a base. A base recebe seu sinal de voz e o converte em eletricidade para ser enviado através da linha telefônica para a outra pessoa.
A base e o aparelho de mão operam em um par de frequências semelhantes que permite falar e ouvir ao mesmo tempo, chamado de frequência duplex.
Frequência:
Como seu telefone sem fio é um transmissor/receptor de rádio, ele opera em diversas frequências de rádio como qualquer outro rádio. Os telefones sem fio operam em três bandas de frequência principais (a base e o receptor usam duas frequências intimamente relacionadas mas separadas dentro da banda, de modo que você pode falar e ouvir ao mesmo tempo):
-  43 a 50 MHz
- 900 MHz
- 2,4 GHz
- 5,8 GHz
A banda de 43 a 50 MHz era comum nos primeiros telefones sem fio e ainda está disponível em modelos de baixo custo. Por causa da baixa frequência, esses telefones possuem curto alcance (cerca de 330 m) e uma qualidade de som inferior (devido à interferência de estruturas e eletrodomésticos). Os sinais de telefone de 43 a 50 MHz também podem ser captados facilmente em scanners de rádio e em babás eletrônicas que estejam próximas.
A banda de 900 MHz, que na verdade vai de 900 a 928 MHz, é a frequência mais comum para os telefones sem fio hoje. A frequência mais elevada proporciona um alcance maior (1.500 a 2.100 m) e uma melhor qualidade de som. No entanto, os sinais de 900 MHz podem ser captados facilmente pela maioria dos rastreadores de rádio disponíveis no mercado.
Em 1998, a FCC liberou a faixa de 2,4 GHz para uso dos telefones sem fio. Um telefone sem fio de 2,4 GHz ou 5,8 GHz pode operar a uma distância maior e está acima das frequências que podem ser captadas pela maioria dos rastreadores disponíveis comercialmente. Por isso ele é mais seguro do que os modelos de frequências mais baixas.
Estas frequências em teoria não interferem na frequência que você capta no seu rádio, ou a frequência que é transmitida como ruído por algum eletrodoméstico, mas em alguns casos restritos como o caso do Walkie-Talkie que também opera na mesma frequência e pode sim interferir no funcionamento do Telefone.
Analógico x digital:
A tecnologia analógica é comum em telefones sem fio, especialmente nos modelos baratos. Os sinais analógicos tendem a ser mais ruidosos ou propensos à interferência com relação à qualidade de som. Além disso, eles são captados e interpretados facilmente pelos scanners de rádio.
Diferentemente, a tecnologia digital, como aquela encontrada em um CD, permite que os sinais do telefone soem com mais clareza. Além disso, os sinais digitais são mais seguros. Em 1995, a distribuição de espectro digital foi introduzida nos telefones sem fio. A tecnologia DSS possibilitou que as informações digitais fossem espalhadas por diversas frequências entre o receptor e a base, tornando assim quase impossível espionar as conversas nos telefones sem fio.
Digital Dect 6.0

A tenologia DECT 6.0 trabalha na frequência 1.9MHz, aumentando, e muito, a qualidade da transmissão do seu aparelho. Com esta tecnologia usada o telefone sem fio evita aquelas famosas interferências, pois esta frequência não é usada por outros aparelhos. Além disso, o DECT 6.0 é tecnologia digital, como aquela encontrada em um CD, o que permite que os sinais do telefone soem com mais clareza. Os sinais digitais são ainda muito mais seguros.
Segurança: Lembre-se: como seu telefone sem fio é um transmissor de rádio, ele transmite sinais para o ar livre e não apenas entre a base e o aparelho de mão. Assim, é possível que outras pessoas escutem sua conversa telefônica usando um rastreador de rádio. Os telefones digitais são melhores do que os analógicos neste caso, mas o DSS oferece a melhor proteção contra os espiões. Os telefones analógicos de baixo custo de 43 a 50 MHz e 900 MHz não são seguros. De fato, a maioria das babás eletrônicas pode captar as conversas mantidas nos telefones sem fio de 43 a 50 MHz. Os telefones analógicos de 2,4 GHz são raros (a maioria dos telefones de 2,4 GHz é digital), mas oferecem algum grau de proteção porque a maioria dos scanners de rádio disponíveis comercialmente não se estende a essa frequência de rádio.
Bateria: Todos os aparelhos de mão dos telefones sem fio possuem uma bateria recarregável (de níquel-cádmio, hidreto metálico de níquel ou lítio). As baterias de níquel-cádmio estão sujeitas a um efeito de memória, então é melhor deixar que elas se descarreguem completamente antes de recarregá-las na base. As baterias de hidreto metálico de níquel e de lítio não possuem esse problema.

Como fazer um alarme caseiro

Alarme com Laser [Caseiro]



Este é um projeto para fazer um "poderoso" alarme  caseiro baseado em laser!



Vamos precisar de:

 - 2 Caixas Pequenas;
 - 1 Capacitor de 1000uF 35v ; 
 - 1 Resistor (Potêncimetro/TrimPot) de 5K;  
 - LDR's;
 - 1 Bateria de 9V;
 - 1 TransistorN3904 ;
 - Pedaços de Espelho como na imagem acima.
 - 1 Piezo Siren - 102dB - 12v DC
 - Módulos Laser
Circuito:




Aparência da Placa:


Depois de tudo montado na caixa, pegue os epelho em ângulo de forma que no final por ultimo o laser fique no LDR, quando cortar am qualquer lugar o laser, a sirene dispara por alguns segundos, futuramente implementarei com uma porta comparadora este projeto para que só quando você aperte algum botão pare de tocar e enquanto não apertado continue tocando.

Até o próximo tutorial!

Boa Sorte e qualquer Dúvida Comentem!

Abraços: B03iR4.ExE 
fonte: http://geekdevteam.blogspot.com/2011/06/alarme-com-laser-caseiro.html

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Como fazer um motor a jato



CONSTRUA UM MOTOR A JATO DE BAIXO CUSTO

Este é um projeto de motor a jato montado apenas com componentes de fácil obtenção no mercado nacional: turbina de automóvel, tanque e bomba de óleo lubrificante, e GLP (gás de cozinha). O motor pode servir como propulsor para veículos pequenos, como barcos, kart, e o que sua imaginação permitir. Não é tão complicado quanto parece, mas é imprescindível ter habilidade com mecânica básica, e ter consciência dos perigos que se corre na hora do funcionamento.
(ferramenta) [bb]
O turbo nos automóveis funciona da seguinte maneira: os gases quentes que saem pelo escape são direcionados para dentro do turbo, girando um eixo. Este lado do turbo, que é ligado ao outro pelo eixo, puxa o ar atmosférico do filtro de ar. Esse ar é comprimido dentro do turbo e em seguida é enviado para dentro do motor, enriquecendo a mistura e proporcionando maior potência.
Nossa turbina funciona de outra forma: o ar atmosférico é puxado por um lado do turbo (em azul na figura abaixo), comprimido e direcionado em alta velocidade para dentro da câmara de combustão (em roxo). Nessa câmara, o combustível é injetado e misturado ao ar. Um centelhador (como as velas de carro) dá início à combustão. Os gases dessa combustão são puxados pelo outro lado da turbo (em vermelho) e direcionados em altíssima velocidade para fora dele. Esse jato expelido gera uma força chamada empuxo, gerando propulsão. O seguinte ciclo se estabelece: o ar puxado para a câmara, queima com o combustível, movimentando o turbo e puxando mais ar para a câmara.
O princípio de funcionamento é o mesmo utilizado nas turbinas de helicópteros,tanques M1, e aviões, como o A380. Mas existem outras aplicações curiosas. Em países com inverno rigoroso, a turbina é empregada para derreter o gelo das estradas. Em corridas como Fórmula Indy e Fórmula 1, a turbina serve para secar as pistas. Até termoelétricas se aproveitam das turbinas para aquecer as caldeiras.
Vamos dividir nosso protótipo em quatro partes: turbocompressor, câmara de combustão, sistema de lubrificação e acessórios.
Turbo
A principal peça é o turbocompressor. Você encontra facilmente em oficinas de preparação automotiva, e com um preço bem baixo (de R$150 a R$400, dependendo do tamanho). A marca mais conhecida é a Garrett. Com o tempo de uso, os turbos dos carros apresentam desgaste nos rolamentos gerando folga no eixo. Essa folga afeta o desempenho do turbo no motor, mas para o nosso protótipo ela ainda serve. Existem centenas de modelos no mercado. A diferença está basicamente na pressão do compressor. Alguns possuem regulador de pressão, outros têm geometria variável, como os da Ford Ranger. Se for bem montado, o turbo pode ultrapassar facilmente 50.000 RPM, metade da rotação normal de trabalho. Porém existe um limite de pressão de funcionamento. O giro do nosso turbo é limitado apenas pela quantidade de combustível que consegue ser queimada na câmara, ou seja, se você conseguir uma boa queima e houver combustível suficiente, o ciclo se acelerará e o turbo poderá se autodestruir. Para que isso não ocorra, é recomendável adquirir um manômetro para medir a pressão do compressor, ou umcontagiros.
Câmara de Combustão
É o local onde ocorre a queima do combustível. Pode ser construída com um tubo de ferro, aço, ou qualquer material que suporte 1500ºC. Tem o formato de um cilindro com diâmetro de 150mm, um pouco maior que a boca do turbo, e comprimento aproximado de 300mm. Um dos lados do cilindro é tampado, e contém o centelhador (vela de carro) e o bico de injeção de combustível (GLP). Ainda neste lado, na parte lateral, um tubo mais fino deve ser acoplado para injetar o ar na câmara. Esse tubo, com diâmetro aproximado de 50mm é conectado ao turbocompressor. No outro lado da câmara, devemos soldar um bocal que se encaixe perfeitamente ao turbo (muito fácil de encontrar em desmanches e oficinas).
Seria necessário um bom conhecimento em termodinâmica para construir essa peça do zero. Alguns modelos já estudados garantem uma boa performance. A câmara mais simples é apenas o cilindro com seus acessórios, como descrito acima. Uma câmara mais complexa pode ser construída encaixando um outro cilindro perfurado dentro do cilindro maior. O combustível passa a ser injetado dentro do cilindro menor, melhorando a queima e reduzindo o aquecimento. Alguns furos de 1mm também devem ser feitos na parte da câmara mais próxima ao turbo, para melhorar a mistura.
A construção é bem artesanal, no método da tentativa e erro. É preciso ter persistência para conseguir uma boa queima. Veja abaixo dois modelos de câmara, na sequência: uma construída em aço inox com escapamento de moto, outra em aço destacando o injetor de combustível e a vela, e duas câmaras internas.
Lubrificação
Todos os turbos possuem duas conexões para óleo (entrada e saída, óbvio). Umóleo de baixa viscosidade é circulado dentro do turbo, e como nos motores a combustão, tem a função de resfriá-lo e reduzir o atrito, impedindo que o eixo se funda devido a alta rotação. Para circular o óleo, usamos bombas de automóvel. Podem ser elétricas (12V) ou mecânicas (ligadas ao motor através de correia). Duas coisas aqui são muito importantes: manter a pressão do óleo em pelo menos 2 bare a temperatura o mais baixo possível. A forma mais fácil é adquirir um sistema de lubrificação completo de algum carro velho (mais uma vez, fácil de encontrar em desmanches). O sistema não é muito caro, e é constituído basicamente da bomba, de um radiador pequeno, do reservatório e das mangueiras de conexão. Obviamente se for uma bomba elétrica, você vai precisar de uma bateria. Se a bomba for mecânica (as mais comuns), você precisará de um motor auxiliar para acioná-la (na imagem acima foi utilizada uma furadeira).
Acessórios
Sistema de Ignição: simplesmente pode-se utilizar qualquer coisa que produza centelha (faísca para os leigos). Recomendo o uso de um acendedor de fogão (de cozinha mesmo). O nome disso no mercado é Usina de Ignição. Tem para 110V e 220V e custa pouco mais de R$30. Aproveite e adquira umas 4 velas (também de fogão, muito barato). As velas serão instaladas ao redor da câmara de combustão. Também se pode utilizar velas de carro. Porém você vai precisar da bateria, da bobina, enfim, fica mais caro.
Câmara de pós-combustão: essa segunda câmara é instalada no outro lado do turbo, onde sairão os gases da combustão, e muito, muito fogo. Deve ser construída com um cilindro de material resistente a altas temperaturas, com diâmetro pouco maior que a boca do turbo (em torno de 100mm), de preferência em formato de funil, como nos aviões. Esse formato dá mais velocidade aos gases, aumentando consideravelmente o empuxo.
Tanque de combustível, válvula e bico injetor: o combustível utilizado é o gás de cozinha (GLP). O botijão de 13kg é relativamente barato (R$40 na minha cidade). Um botijão desses cheio, dura de 10 a 15 minutos. A válvula serve para regular a pressão de saída do gás. Existem dois tipos: baixa pressão, para uso doméstico, e alta pressão, para uso industrial. Não esqueça de adquirir a mangueira apropriada à válvula. É vendida em lojas de ferragens. O injetor, também chamado de giclê, será instalado na parte superior da câmara de combustão. Podemos utilizar giclês de fogão de cozinha ou de carburadores de carro. Vale o método da tentativa e erro, podendo até mesmo ser necessário mais de um injetor, para garantir um bom fluxo de combustível.
Base para montagem: pode ser uma bancada, uma armação de ferro, sei lá, o que você quiser. Servirá apenas para segurar o turbo, as câmaras, etc. Dispensa explicações.
Funcionamento
Antes de ligar a parada, alguns procedimentos de teste devem ser feitos.
  • Desconecte a câmara de combustão do turbo, abra 20% da válvula de gás, e acione a ignição. O objetivo é verificar como está a queima dentro da câmara. Uma grande chama amarela é sinal de que está tudo certo. Depois do teste, remonte a turbina.


  • Agora ligue o sistema de lubrificação e verifique se a circulação está mantida. Se você foi esperto, instalou um manômetro para o óleo.


  • Verifique se o extintor de incêndio está ok. É altamente recomendável manter um extintor próximo ao protótipo.


  • Bom, para dar partida é preciso que a turbina já esteja girando a uma velocidade baixa. Como não existe prolongamento do eixo do turbo, a única maneira é injetar ar no lado do compressor. Isso pode ser feito com qualquer coisa que sopre uma quantidade de ar razoável para dentro do turbo, como um aspirador de pó invertido, sei lá, use a cabeça. Com o turbo girando, abra vagarosamente a válvula de gás (próximo aos 20%) e acione a ignição. Se a chama não iniciar, abra um pouco mais a válvula. Após iniciada a combustão, retire a injeção de ar do turbo. O ciclo deverá se iniciar com uma grande chama amarela saindo pela câmara de pós-combustão. Conforme a turbina se acelera, a chama fica azulada. Preste atenção quanto ao limite de pressão do turbocompressor. Você pode acelerar quando quiser apenas abrindo a válvula. O barulho que isso faz é magnífico. Para encerrar o funcionamento, corte o fluxo de combustível.
    Dicas:
  • Para sua segurança, coloque o tanque de combustível e o botão de ignição longe da turbina.


  • Se a chama não acender de imediato, evite manter a válvula aberta por muito tempo. Isso enche a câmara de gás e pode provocar uma explosão.


  • Mantenha a câmara de pós-combustão direcionada para um espaço aberto de uns 10 metros, e livre de objetos.


  • Proteja a entrada de ar do turbocompressor com uma tela metálica para evitar que pequenos objetos sejam sugados. Não subestime o poder de sucção.


  • O encaixe das câmaras com o turbo devem ser os mais perfeitos possíveis. Utilize o mesmo material das vedações dos cabeçotes de motores de carro.


  • Muita atenção quanto aos limites de funcionamento. Um turbocompressor acima da pressão recomendada pode explodir, expelindo pequenos pedaços de metal quente por todos os lados. Proteja-se na hora dos testes.


  • Enfim, isso não é uma receita de bolo. É uma idéia que você pode e deve aperfeiçoar, construindo cada detalhe da maneira que achar melhor. Com o tempo de aprendizado o projeto pode crescer, por exemplo, adicionando 4 turbos numa mesma turbina, criando um grande propulsor. Open your mind!

    Como fazer uma rádio caseira



    O projeto apresentado a seguir serve de base para uma emissora de FM experimental, observando-se as restrições legais de sua operação.
    A potencia de saída, depende dos transistores usados e da tensão de alimentação pode ficar entre algumas centenas de Miliwatts até aproximadamente 32 W.
    A etapa osciladora de RF em contra fase pode ser de transistores de baixa potencia como o BF494 se a tensão de alimentação for de 6 V ou então transistores de maior potência como o 2N3553 caso em que a alimentação for de 12 V.
    A freqüência de operação é dada por L1 que tem 3 espiras de fio 8/10 mm com tomadas centrais e diâmetro de 8 mm.
    A operação será feita entre 100 e 108 MHz com ajuste fino feito em C10.
    A antena  será conectada ao circuito por meio de cabo coaxial de 50 a 70 ohms. Umtrimmer ligado entre o trasmissor  e a antena permite o ajuste Maximo do ganho. No protótipo a antena foi uma vareta de antena interna de TV de 90 cm.A modulação vem de um amplificador de áudio com um integrado 741 que aplica seu sinal de áudio diretamente a uma varicap BB105G.
    Os capacitores da etapa transmissora devem ser cerâmicos e os resistores de 1/8 ou ¼.
    O ajuste de ganho do 741 pode ser feito através de alteração do resistor R4 em função da intensidade da fonte de sinal, de modo a se evitar a sobre modulação.
    A figura abaixo apresenta o diagrama completo do aparelho.
    O projeto apresentado a seguir serve de base para uma emissora de FM experimental, observando-se as restrições legais de sua operação.
    A potencia de saída, depende dos transistores usados e da tensão de alimentação pode ficar entre algumas centenas de Miliwatts até aproximadamente 32 W.
    A etapa osciladora de RF em contra fase pode ser de transistores de baixa potencia como o BF494 se a tensão de alimentação for de 6 V ou então transistores de maior potência como o 2N3553 caso em que a alimentação for de 12 V.
    A freqüência de operação é dada por L1 que tem 3 espiras de fio 8/10 mm com tomadas centrais e diâmetro de 8 mm.
    A operação será feita entre 100 e 108 MHz com ajuste fino feito em C10.
    A antena  será conectada ao circuito por meio de cabo coaxial de 50 a 70 ohms. Umtrimmer ligado entre o trasmissor  e a antena permite o ajuste Maximo do ganho. No protótipo a antena foi uma vareta de antena interna de TV de 90 cm.A modulação vem de um amplificador de áudio com um integrado 741 que aplica seu sinal de áudio diretamente a uma varicap BB105G.
    Os capacitores da etapa transmissora devem ser cerâmicos e os resistores de 1/8 ou ¼.
    O ajuste de ganho do 741 pode ser feito através de alteração do resistor R4 em função da intensidade da fonte de sinal, de modo a se evitar a sobre modulação.
    A figura abaixo apresenta o diagrama completo do aparelho.

    Adolescente constrói reator nuclear em casa




    Enquanto estudantes brasileiros apresentam seus “projetos” na Febrace, lá fora, Thiago Olson construiu um reator nuclear no porão de casa usando materiais comprados no eBay. Estudante de Michigan, Olson pesquisou por 2 anos o material que seria necessário para construir a máquina. Segundo Robert Bussard, físico nuclear, a máquina é radioativamente inofensiva. Até o Departamento de Saúde de Michigan aprovou o projeto.
    A fusão nuclear ocorre quando dois núcleos de hidrogênio se chocam formando um núcleo de hélio e liberando muita energia. É o mesmo processo que ocorre nos Sol. Felizmente a reação em cadeia pode ser controlada tornando possível gerar energia elétrica nas usinas nucleares.
    O reator de Olson gera um ponto minúsculo de plasma de 200 milhões de graus Celsius, várias vezes mais quente que o núcleo do Sol. Entretanto, ainda não é possível gerar energia, pois a máquina consome mais do que produz.